O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar

O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar

O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar

A essa altura você já deve ter xeretado aqui e ali e achado um monte de coisas sobre mim. Algumas provavelmente chegam bem perto de ser verdade – outras, acredite!, são fruto da sua imaginação. O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar é que estou feliz e com medo disso aqui, deste compartilhar todo.

Feliz porque cada pontinho de pixel que forma essa verdade aqui foi fruto de coragem e tantos corações direcionados à mim que não saberia por onde começar a agradecer e agradecer e agradecer. Todos eles fortaleceram o meu próprio coração, que coisa mais linda de ter vivido.

Mas com medo? Sim, com medo. Sabe, houve um tempo que eu achava que o amor era o melhor ambiente pra se desenvolver e, resuminho bem resumido, algumas porradas que a vida dá são mais doloridas que outras e, você deve saber, hora ou outra acontece da gente se fechar, achando que está protegido e bem cuidado ali no nosso canto. Alerta vermelho! Alerta VERMELHO! É um perigo ficar sem exercitar troca, independente de você ser extrovertido ou introvertido: troca é movimento, é vida. Essa história de parar, diz uma amiga muito amada, dá azar. E é perigoso, te conto porque cheguei bem ali na beira do precipício.

Daí aconteceu uma coisa que não foi nada mágica e aconteceu de eu ter experimentado algumas ferramentas pra amparar minha caminhada de volta pra mim mesma.

Cá entre nós, tenho andado com uma birra imensa dessas ofertas de chaves para o sucesso pessoal/profissional/amoroso/espiritual que insistem em dizer que a abundância está ao seu dispor “é só você acessar”. Uhun, eu acredito piamente que a natureza seja rica e abundante e que seja exatamente isso o que cada um de nós veio experimentar por aqui nessa terra: a aproximação e aperfeiçoamento de características que vão fazer com que a gente chegue cada vez mais perto dessa maravilha toda.

Mas pode ser que não seja tão rápido e tão indolor assim, sabe, pode ser que não seja imediato, pode ser que você ande alguns passos pra trás e se assuste com as florestas escuras e pode ser que tudo isso seja absolutamente inerente à vida humana. Pode ser, pode muito bem ser, que não seja “só você acessar”, como se essa fosse uma incompetência sua – pode ser que seja um processo mais profundo e pode ser que você precise de alguém pra te dar a mão.

O que eu quero dizer é: está tudo bem em não estar tudo bem, mas é bom que você perceba porque, então e só assim, pode desejar se movimentar. E movimento é vida, lembra?

“Espera só um pouquinho: você tá vindo aqui dizer que está com medo, que a caminhada é complexa, que talvez não seja uma maravilha colorida e brilhante num piscar de olhos e quer que eu te acompanhe, que me envolva nisso tudo?”.

Isso, e eu quero sim. Quero que você não se sinta sozinho nos seus tempos anuviados, que entenda que só porque existe o medo em mim e em você (e ele existe em todo mundo, viu?), existe também a oportunidade de investigação, de perdão, de entendimento e de cura, que abre espaço pro amor – e, de quebra, nesse processo todo, descobri que sou muito boa em dar as mãos pra quem quer ir nessa direção. Se em um momento da vida eu achava que o amor era o melhor ambiente pra me desenvolver e achei que estivesse errada, foi porque procurei este amor ali fora, numa e noutra pessoa. Hoje, atesto: é no auto-amor que a vida mora.

Vem caminhar comigo, vem. Tô pronta, prontinha, pra te contar um tanto mais sobre tudo isso.

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