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{banhô da semana} : amor próprio

{banhô da semana} : amor próprio

O chuá dessa semana é de empoderamento e também pra apresentar a nova embalagem dos nossos sachês.

Sai o plástico, entra um saquinho de tecido que você pode usar pra carregar o que bem entender por aqui e acolá. Essa aqui é a seleção AMA, com rosa vermelha, jasmim, cravo e canela, pra trazer força determinante de conquistas.

Você pode colocar todos os ingredientes numa bacia com água filtrada e deixar descansar sem esfregar – ou comprar seu sachê prontinho pelo nosso site: www.banhobemestar.com.br <3

{banhô da semana} : artemísia

{banhô da semana} : artemísia

Essa gracinha aqui é a artemísia, uma das ervas mais eficazes para ativar energias femininas de auto-amor, sensibilizando cada uma de nós para que estejamos atentas às nossas belezas naturais. Atua, ainda, como magnetizadora de sensações de estima, beleza e renovação: uma erva e tanto para levantar o astral feminino e colorir a vida.

Para os homens, a artemísia entrega sensibilidade, coragem para decidir com assertividade e uma pitada de emoção – vale experimentar!

Para preparar, separo as folhas das florzinhas e, em água fria e filtrada, começo a esfregar só as folhas entre as mãos, até sair o sumo. uso de dois a três ramos, até que a água fique bem verdinha. deposito as flores neste caldo e deixo que descansem ali, trocando energia sem despetalar. Você pode coar as ervas e completar o banho com água quente do chuveiro sem problema algum: a natureza é sábia e linda demais pra ficar de mimimi quando a gente faz uso consciente e respeitoso do que ela nos oferta.

Intenciono verbos como renovar, embelezar, sensibilizar, empoderar e encorajar e vou passando pelo corpo todo, como se acariciasse cada parte de mim (afinal, este não deixa de ser um banho de acolhimento, não acha?). Bóra banhá e sentir todo esse chuá!

{banhô da semana} : samambaia

{banhô da semana} : samambaia

Para restaurar energias e regenerar machucados também da alma, a samambaia tem propriedades de cura, limpeza, proteção e força, inspirando e conduzindo movimentos pra crescer.

Combina bastante com a lua de hoje lá no céu, e a que eu mais gosto de usar pra banhar é aquela que aponta pro alto, chamada de paulistinha. Separo três ou quatro galhos, retiro as folhas já direcionando minha intenção e, com um pouquinho de água nas mãos, esfrego até sair o sumo. Completo com água e chuá!

Bóra banhá?

Sobre a sensação de vulnerabilidade

Sobre a sensação de vulnerabilidade

O site saiu do ar por algumas semanas e, enquanto aguardava o retorno técnico, outras esperas se fizeram necessárias na minha vida. Vou te contar algo sobre mim que muito provavelmente a princípio não combinem com o que o trabalho com ervas e florais promove, que é a cura natural, trânsito mais fluído e uma certa confiança no invisível: eu fico um tanto angustiada quando não sei o que vai acontecer.

Não ter o controle das situações me incomoda tão profundamente que eu chego a questionar todo este caminho: se eu falo pra todo mundo em alto e bom tom que a natureza é perfeita, que os acontecimentos estão aí como oportunidade de movimentação e que as sutilezas aparecem na intensidade que cada um pode lidar, mesmo que ainda não saiba, como é que o simples fato de não saber pode me deixar tão bagunçada?

Relaxo dançando, uma das meditações que mais gosto de fazer, deixando meu corpo associar o vento que me é combustível pra vida ao entorno e, então, numa risada gostosa, assimilo que este descontrole é exatamente o que eu preciso para trabalhar a ansiedade trazida pela falta do saber de tudo. Saber de tudo, que bobagem tão grande!, como é que eu quero saber de tudo quando me reconheço em constante transformação?

É claro que algum plano, algum sonho, desejos e vontades direcionam a gente pra onde a alma chama, mas querer impactar em todos os fatores desta equação seria prepotente e, de fato, retiraria matéria importante dos aprendizados desta vida. Aceito que não posso controlar o tempo e a espera, apesar de ainda curiosa, se faz mais próxima do natural, deixando a lição da responsabilidade pela escolha que, porfim, apresenta a consequência daquilo que foi plantado, como se dissesse: “é só aprender a escolher melhor e, então, as ansiedades sobre o que virá serão cada vez mais amenas”. Parece simples, mas pra quem tem 36 anos de práticas ansiolíticas, é um exercício e tanto e, em mim, particularmente, estas mudanças profundas trazem a vulnerabilidade à tona.

A vulnerabilidade da espera. Pausa.

Por muito tempo entendi que ser vulnerável é perigoso, que os ataques acontecem quando a gente não está alerta e que, eu sei, dói muito quando o medo já existe e é estimulado. Neste momento, entretanto, me encontro com a possibilidade de exercitar o que uma amiga contou sobre sermos, todos e cada um de nós, verdadeiros rádios: a música só toca quando a sintonia está afinada. A vulnerabilidade tem sido uma aliada para o treino de minhas estações e, confesso, prática que promove dores físicas inclusive. Ajustar o ponteiro, as antenas e saber que som desejo atrair se faz tão emergencial que tem atuado em quase todos os pilares da vida.

Eu, que sou movimento, me sinto presa e quero fazer, quero resolver, quero colocar em ação qualquer coisa que seja para que esta lacuna que se apresenta em forma de “eu não sei o que está acontecendo” seja preenchida. Mais dança. Pausa. Sorrio.

Estar alerta a todo e a cada momento, aguardando pelo ataque, então, acaba aproximando o ataque – ao invés de abrandar os anseios. Eureca!

É hora de aprender a aproveitar o que já está aí, seja sólido ou no ar. Mesmo que seja medo, mesmo que seja vazio, mesmo que seja um emaranhado de palavras pipocando na mente que mente, fazendo esquecer das respostas que vêm do coração antes mesmo do piscar de olhos (estas são as que realmente importam, ouvi dizer). Danço, respiro, sorrio, converso e escrevo, ferramentas que me levam de encontro com esta casa chamada confiança, e dou flores em forma de gotas aos meus medos.

Quem disse que pra viver bem a gente precisa de muito? O que é bom vive no aqui e agora, porque na verdade, é só isso que há – e não tem problema algum exercitar isso no seu tempo, no meu tempo, no ritmo que cada um tem como preferido e, se desejar, experimentar novas fórmulas e formas de se auto-amar.

Danço, respiro, sorrio. Converso, escrevo. O site voltou. Pausa. Danço, escuto, assimilo. Espero, me ocupando de aprender e não mais me pré-ocupando com o que já foi ou com o que virá.O que há de vulnerável é também espaço para a manifestação da força – e dou flores para os meus medos que, acolhidos e abraçados, viram aliados na minha magia de transformação.

{banhô da semana} : manjericão e flor branca

{banhô da semana} : manjericão e flor branca

O banhô da semana traz manjericão e rosa branca, numa mistura que alguns chamam de banho de anjo da guarda, tamanha sutileza intensa contida.

O manjericão equilibra e potencializa as vibrações da rosa branca que, lindamente, lapida e ilumina a alma.

Para fazer, coloco um pouco de água filtrada, macero o manjericão friccionando as folhas com um pouco de água na mão até o sumo sair e, depois do caldo pronto, deposito as pétalas de rosa, acariciando cada uma delas para que façam a troca sem despedaçar. Deixo descansar um pouco e jogo no corpo todo após o banho convencional, realizando meus desejos e lembrando de que a natureza está disponível para todos e, portanto, minha natureza tem todo o direito de se beneficiar com esta troca mágica. Vale o encontro com este anjo da guarda interno, que protege e fortalece ao mesmo tempo, relembrando sobre a segurança que há na própria existência.

Chuá!

Hornbeam – o floral do trabalho rotineiro

Hornbeam – o floral do trabalho rotineiro

Uma das principais queixas que escuto durante os encontros da terapia de auto-amor se refere à falta de concentração para realizar tarefas rotineiras, normalmente relacionadas ao trabalho.

Para  os autônomos, o home-office acaba se transformado num martírio: filhos, tarefas domésticas, o sol que brilha lá fora, a cama quentinha quando a chuva aparece… quase tudo pode virar motivo e desmotivar a produção. Para quem trabalha em endereço fixo, a falta de tempo para a vida externa pode resultar numa mente que não se atém no agora e imprime listas e mais listas de afazeres que nunca se completam.

Em todos os casos, o grande perigo é manter a produtividade num stand-by que eterniza o fluxo de cobrança intensa e insatisfação – quem é que consegue acessar o nível máximo de capacidade quando sabe que está atrasado, precisa fazer muito mas não sabe por onde começar?

hornbeam_trabalho

Um dos meus livros favoritos, “Não temas o mal”, de Eva Pierrakos (eu falo muito dele, mesmo, sempre, porque é um excelente guia para o auto-amor!), apresenta um capítulo inteiro dedicado ao compromisso de produzir trabalho e manter a rotina em movimento, garantindo que este é um passo importante para a valorização de quem somos e, assim, estimulando o reconhecimento de que sim, somos capazes e merecedores do melhor.

O que eu acho que este capítulo quer dizer é que é preciso manter um tanto de persistência, de insistência mesmo, exercitada e adquirida na rotina nossa de cada dia, para que os frutos do trabalho que escolhemos realizar tenham tempo de florescer. Mas trabalhar dá trabalho, eu entendo. “A vida correndo lá fora e eu aqui…” – típico pensamento da cabeça criativa, aquela que deseja chupar cana e assoviar ao mesmo tempo e, quando percebe que não vai rolar tudo-pra-já, acaba decidindo viajar no formato das nuvens ou, então, encontrar o pessoal hoje pra esfriar a cabeça e conseguir dar conta, amanhã, da pilha de tarefas sem conclusão que ficou ali, no canto da mesa de trabalho.

Acontece que amanhã nunca chega, percebeu? A gente acorda e é hoje, é hoje, é hoje, dia após dia.

Hornbeam é o floral que estimula o envolvimento positivo com a capacidade de enfrentar o dia de trabalho com a mesma disposição com que vivenciamos os momentos de lazer, recuperando a vivacidade mental, vitalidade e frescura, além da espontaneidade para trazer leveza às ações do cotidiano.

Excelente para recuperar as energias que foram consumidas pela auto-crítica acerca do que deixamos de fazer e retomar as rédeas da produtividade positiva, confiante e divertida, confesso que não abro mão das minhas gotinhas toda manhã e, caso necessite, durante o dia. De segunda a sexta, Hornbeam tem me ajudado a dar o melhor de mim em cada projeto, a cada passo – assim, estimulo energias onde o fazer e o receber são proporcionais à qualidade da minha produção, o meu merecimento e satisfação.

Para todo o mal, a cura

Para todo o mal, a cura

Chamo de mal tudo aquilo que me tira de um eixo de progressão. Não considero, porém, que o mal finde em si, ou seja, que tudo o que provoca em mim sensações desagradáveis ou pensamentos obscuros ou tenha que terminar em ações negativas. Vejo no mal uma enorme oportunidade para a auto-observação e, então, para a transformação do que incomoda.

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A intenção contida na ação

A intenção contida na ação

Eu sou uma pessoa absolutamente ritualística. Faço associações o tempo todo, solução para a mente pulga que me acompanha – até mesmo minhas pausas são pensadas de forma ordenada, pra não cair na vala do ócio criativo, necessário porém alta e perigosamente atraente pra quem tem preguiça.

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O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar

O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar

A essa altura você já deve ter xeretado aqui e ali e achado um monte de coisas sobre mim. Algumas provavelmente chegam bem perto de ser verdade – outras, acredite!, são fruto da sua imaginação. O que está acontecendo no meu mundo e quero te contar é que estou feliz e com medo disso aqui, deste compartilhar todo.

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